quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Consultoria nas micros, pequenas e médias empresas Quebrando paradigmas.

Quando uma nova empresa é criada, seja ela de qualquer tamanho, estrutura ou característica, sempre surgem, com ela, expectativas de crescimento e desenvolvimento; seu criador tem sempre a esperança de que ela se torne uma grande empresa.
Mas empresas possuem um ciclo de vida, podendo ser este, longo ou curto, dependendo de como o empresário consegue administrá-la diante da acirrada competição que comanda qualquer mercado em que ela esteja inserida.
Diante desta competitividade as empresas são influenciadas por fatores ambientais e macroeconômicos, os quais as forçam a buscar alternativas que lhes proporcionem qualidade e produtividade. Assim, a estratégia, ou uma boa estrutura organizacional, tem sido uma das opções de que devem se valer os pequenos empresários. E esse processo de escolha da estratégia, ou de uma nova estrutura, tem origem nas ideias que deram origem à empresa e em um bom planejamento estratégico.
É aí que deve entrar a figura do consultor.
Mas por que precisam estas empresas de consultores? Porque são os consultores que conseguem diagnosticar as falhas que impedem, ou comprometem, os lucros e o crescimento das mesmas.
Um consultor consegue enxergar, analisar e apontar soluções para os problemas em qualquer área envolvida no processo produtivo, como também nas áreas administrativa, financeira, comercial, marketing e recursos humanos.
O que normalmente acontece é que os micros, pequenos e médios empresários acham que, pelo porte de suas empresas, não necessitam desta consultoria, ou ainda, acham que consultoria é para as grandes empresas. Precisamos quebrar este paradigma, pois se uma grande empresa, que geralmente já é bem assistida por profissionais bem preparados, necessita de orientações de consultores, imaginem uma empresa pequena, que normalmente, é dirigida ou administrada somente pelo próprio dono, o qual muitas vezes não tem o preparo adequado para tal.
Outro paradigma a ser quebrado é o de que a pequena empresa não tem recurso financeiro para contratar uma consultoria. Primeiro o pequeno empresário deve encarar este desembolso não como um custo e sim como um investimento que trará retornos, como a certeza da continuidade do seu negócio, melhor lucratividade e maior chance de crescer no mercado. Podemos ainda enfatizar que hoje existem consultorias direcionadas especialmente para as micros, pequenas e médias empresas, com preços extremamente compatíveis com os seus respectivos portes.
E por fim os pequenos empresários devem se conscientizar de que sem um bom planejamento estratégico e sem uma boa administração, voltada à competitividade, estarão fadados ao fracasso, como hoje já ocorre com boa parte das pequenas, que não conseguem ter duração além de três anos.

Fátima Cruz

Perfil da Autora:
Bacharel em Ciências Contábeis-UFC
Especialista em Controladoria-UFC
Especialista em Gestão Contábil e Financeira-CRC
Contabilizando o Sucesso -SEBRAE/CRC/UFC
Especialista em Adm. Recursos Humanos – UVA (fase de apresentação do art. Científico)
Diretora da Winners Assessores e Consultores S/C Ltda
Membro do grupo Gestão do Sucesso

Fátima Cruz Consultoria, palestras e treinamentos
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